QUANDO A ORIGEM FALA MAIS ALTO: VINTE VINTE LANÇA NOVA GAMA BIO

Num lançamento que reforça a aposta na transparência, sustentabilidade e expressão do terroir, a Vinte Vinte acaba de apresentar a sua nova gama de chocolates biológicos de origem única. As novas referências – 75%, 85% e 100% – são produzidas exclusivamente com cacau biológico proveniente da plantação Mava Ottange, localizada no vale de Sambirano, em Madagáscar.

“Há decisões que se tomam com a cabeça, outras com o palato. A nova gama biológica da Vinte Vinte nasce exatamente onde estas duas dimensões se encontram: na convicção de que o chocolate pode ser ao mesmo tempo excecional no palato e responsável na origem”, afirma o mestre chocolateiro Pedro Araújo.

Muito além da certificação “bio”

Mais do que uma certificação, a marca assume o conceito “bio” como uma escolha estrutural e de longo prazo. “Quando dizemos que estes chocolates são biológicos, estamos a falar de rastreabilidade real – de poder seguir a fava desde a plantação até à tablete – e de uma escolha de longo prazo: queremos que ainda exista cacau de qualidade daqui a 20, 30, 50 anos”, sublinha Pedro Araújo.

Na visão da Vinte Vinte, ser biológico não é um detalhe de embalagem, mas uma filosofia de produção. Isso implica trabalhar lado a lado com agricultores certificados, privilegiando práticas que protegem o solo, respeitam a biodiversidade e dispensam o uso de pesticidas. Embora este modelo traga maior vulnerabilidade às oscilações naturais da agricultura, traduz-se num cacau mais autêntico, produzido de forma responsável e em equilíbrio com o território.

Madagáscar: uma escolha com identidade própria

A escolha de Madagáscar reflete também a procura de perfis aromáticos distintivos. O cacau do vale de Sambirano caracteriza-se pela acidez vibrante e pelas notas de fruta vermelha e citrinos, afastando-se do perfil clássico associado ao chocolate negro. “Escolher Madagáscar, e em particular Mava Ottange, foi escolher um terroir com voz própria”, explica o mestre chocolateiro. “Quando provamos estes chocolates, não estamos apenas a sentir ‘mais cacau’ ou ‘mais percentagem’; estamos a provar um lugar concreto, um clima, um solo, uma forma específica de cultivar e fermentar.”

As três tabletes apresentam diferentes leituras da mesma origem:

– O 75% Madagáscar Mava Ottange (Bio) destaca-se pelo equilíbrio entre intensidade e acessibilidade, revelando notas de framboesa fresca, morango silvestre, cereja ácida, maracujá e citrinos maduros;

– O 85% Madagáscar Mava Ottange (Bio) aposta numa expressão mais elegante e vertical, com maior presença de fruta vermelha, maçã verde, lima e um final mais seco e persistente;

– Já o 100% Madagáscar Mava Ottange (Bio) representa “a expressão mais crua” da origem, sem adição de açúcar, evidenciando notas de toranja, casca de lima, arando e taninos finos.

Sustentabilidade com provas dadas

Para Pedro Araújo, esta gama representa também uma reflexão sobre o futuro do setor. “Num mercado onde a palavra ‘sustentabilidade’ é usada com demasiada leveza, preferimos mostrar o que fazemos, origem a origem, parceiro a parceiro, em vez de prometer ‘salvar o mundo’ numa embalagem”.

O responsável acrescenta ainda que este projeto procura promover “uma conversa mais adulta sobre chocolate: uma conversa em que se fala de sabor, sim, mas também de solos, de clima, de variedades, de agricultura e de futuro”.

Com esta nova coleção biológica, a Vinte Vinte reforça o seu posicionamento no segmento bean-to-bar de origem, colocando no centro da experiência a rastreabilidade, o respeito pela origem e a autenticidade sensorial do cacau.

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